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Coruj'arts

segunda-feira, 22 de junho de 2009

A ausência e o tempo



Oi pessoas... me ausentei por uns dias...
No dia 07 de junho, meu pai sofreu um infarte; fizemos o que podiamos fazer, mas foi tudo muito rápido e quando ele saiu de casa para o hospital, já havia falecido...
É tudo muito recente ainda... aqui em casa estamos vivendo o luto, que em minha crença pessoal penso ser bom!
Contudo, a vida não pára, e é necessário continuar a remar o barco, agora com dois remos nas mãos...
É muito triste saber que aquela pessoa que te acompanhou desde o dia de seu nascimento e esteve presente em cada passo e vitória alcançada, não estará mais ali (fisicamente falando)...
A ausência será sentida até o dia em que a terra levar-me também.
A perda de um ente querido, nos faz refletir muito sobre a brevidade da vida, e em como vivê-la da melhor forma possível, (sem extravagâncias, é claro)...
Eu morrerei e nunca entenderei o por que, que as pessoas que muito amamos e admiramos se vão...
Assim como o Davi Machado me disse, citando o dito popular "o tempo é mercúrio cromo", só ele mesmo para fechar a ferida que a vida abriu, todavia, a cicatriz permanecerá até o último suspiro.
Eu creio que Deus reservou um lugar para ele, e que também estás a confortar nosso coração.
O tempo amenizará a dor, mas jamais apagará a ausência...

Grande abraço a todos!

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